domingo, 24 de setembro de 2017

Festival "CALE-se" 2018 - abertas inscrições

"CALE-se" Festival Internacional de Teatro estará de volta em 2018, para a sua 11ª edição,
depois do interregno forçado em 2017, devido às obras de requalificação do Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia.
Este certame é organizado pelo Cale Estúdio Teatro e é o único festival internacional de teatro, realizado em Portugal, com carácter competitivo,
ao qual podem concorrer todos os grupos de teatro não-profissional portugueses, da UE e dos países de língua oficial portuguesa.
A edição de 2018 decorrerá entre 20 de Janeiro e 24 de Março de 2018, em Vila Nova de Gaia.

As candidaturas estão abertas até 31 de Outubro.
obs.
Pode consultar o regulamento no topo da página
Pode fazer download da ficha de inscrição no topo da página

Para mais informações, por favor contactar:

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Cale Estúdio Teatro - Associação Cultural de Actores
Tlm. (+351) 911 062 216



CALE-se" International Theatre Festival

The Cultural Association Cale Estúdio Teatro announces “CALE-se” International Theatre Festival XI taking place in Vila Nova de Gaia, Portugal, between 20th January and 24h Mars 2018.
This festival is is the only Portuguese international theater festival that takes place in a competitive environment.

Groups from UE are invited to perform a piece, belows the regulation.
Applications to appear at the festival are now open and the deadline to send in your applications is 31 October 2017.

Full information and the Registration Form attached.

For further information contact:
Cândido Xavier
caleestudioteatro@gmail.com

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

"CALE-se" fechado por obras



Obras de remodelação do Auditório Municipal de Gaia inviabilizam a realização do Festival Internacional de Teatro, organizado pelo Cale Estúdio Teatro






A 11ª edição do "CALE-se" Festival Internacional de Teatro, organizado pelo Cale Estúdio Teatro não acontecerá em 2017. 
Depois de nove anos em Canidelo, a 10ª edição do certame internacional foi realizada em 2016 no Auditório Municipal de Gaia, na celebração dos 10 anos do festival.
Quando, na sessão de encerramento, a 19 de Março último, foi garantido o regresso do evento àquele palco em 2017, ainda não se afiguravam as obras de remodelação, que entretanto se iniciaram.
As obras de requalificação e modernização daquela importante infra-estrutura cultural vão estender-se ao longo de 180 dias, ou seja, até finais de Maio, inviabilizando a realização do festival, que tradicionalmente ocorre entre Janeiro e Março de cada ano.
O Cale Estúdio Teatro esperou até ao último momento o anúncio de não avançar com a edição de 2017.
Ponderadas outras hipóteses de alteração de local e datas de realização, entendeu a organização não avançar com a edição de 2017, projectando a 11ª edição do festival para Janeiro de 2018, no renovado Auditório de Gaia.

terça-feira, 22 de março de 2016

Mensagem de Roberto Merino M. para o CALE-se 2016

Dias de Vinho e Rosas

Days of Wine and Roses, é o nome dum filme que Blake Edwards realizou em 1962. A crítica o assinalou na época como; “ um grande filme, um filme, difícil de se ver. É duro, amargo, denso, pesado. É uma angustiante viagem ao fundo dum poço …e o espectador é obrigado a entrar nele, pela maestria da direção, pelo estilo realista, cru, e pelas interpretações extraordinárias de Jack Lemmon (um dos meus actores favoritos) e Lee Remick.”
Como na vida real, não se chega ao fundo do poço … de maneira rápida, abrupta. Bem ao contrário. As primeiras doses dão uma sensação de leveza e de euforia….
Os créditos iniciais do filme mostravam rosas ao fundo, enquanto vamos vendo os nomes dos atores, da equipa, ao som duma canção criada especialmente para o filme por Henry Mancini…e os versos de Johnny Mercer, nos lembram que ; “The days of wine and roses laugh and run away like a child at play / Through a meadow land toward a closing door”.(“Os dias de vinho e rosas…/Rir e fugir como uma criança a brincar /Através de uma paisagem/Dum prado/prado em direção /a uma porta a fechar "
Dias de vinho e rosas. Parece o paraíso. É o nosso amargo/doce, aquilo que nos lembra a composição binaria da vida… antes de empezar a escrever esta pequena mensagem o nome que me veio a cabeça foi este Um dia de vinho e Rosas… chegamos ao final de uma etapa, de um pequeno ciclo construído com amizade, talento,criatividade, luz imaginação e… aquilo que é superior; o Teatro… sim foi o teatro que nos convocou nestas sessões, foi o teatro que fez possível este fenómeno.foi a força do teatro que abriu o pano e acendeu as luzes, ligou os motores da emoção… despertou o sorriso leve, o riso adulto ou a louca gargalhada… meus amigos estamos aqui porque gostamos de teatro, porque amamos o teatro, porque todos nós pedimos ao teatro apenas aquilo que o teatro é ou aquilo que nós desejamos que o teatro seja… apenas isso TEATRO…
A vida pode ser resumida num quotidiano de Vinho e Rosas, numa valsa de vinho e rosas… coisas boas , coisas más… doce , agridoce… amargo…
Queria recordar aqui as palavras do dramaturgo Luíz Francisco Rebello aquando a primeira edição do FITEI no ano de 1978 na cidade do Porto “ nascido em Novembro de 1978, transformou a cidade motivando a gente da cidade e das suas periferias para sair à rua e participar indiferente à falta de conforto ou ao inóspito das salas e espaços que nessa altura albergavam as iniciativas teatrais na cidade, na mensagem dirigido na primeira edição do Festival, oficialmente aberto a 10 de Novembro de 1978, Luís Francisco Rebello (autor e historiador do Teatro português) antecipava o significado histórico desta iniciativa, apresentando-a como “uma das mais importantes manifestações culturais de ressonância internacional, do Portugal democrático saído do 25 de Abril” (apud Porto 1997: 215). “Do modelo da antiguidade, que conjugava de forma irrepetível a equação entre a experiencia teatral e a presença cívica, o festival de teatro dos nossos tempos, definitivamente inaugurado em Avignon por Jean Vilar em 1947, recupera a territorialidade e a ambição aglutinadora, condições indispensáveis para a experiencia de festa que encontra em “festival” a sua forma adjetiva “(cf. Oliveira 2003: 99) Memória, reconhecimento e desafio Paulo Eduardo Carvalho /Mensagem à 28.ª edição do FITEI - 31 de Maio de 2005, TNSJ 
É a isto que o Grupo organizador nos convocou durante todas estas noites, a uma festa, a uma pequena espécie de orgia e/ou alegria de ver como os nossos problemas as nossas ambições as nossas esperanças são representadas por outros, pelos actores. Mas nunca abandonando o sentido de representação e o sentido de comunicação.
Agradeço aos organizadores por estas dez noites de magia, fantasia e ilusão… Margarida Carpinteiro lembrava-nos na sua breve mensagem na semana passada que a palavra amador encontra na raiz do amor a sua génese e claro que esta lembrança soa ou ressoa como um sino na nossa memória esquecida; tudo num ser humano deve ser feito ou comandado pelo amor, o amor aos outros e a nossa arte, ao serviço do público da história da humanidade e ao desenvolvimento humano em harmonia paz e fraternidade.

Na noite de encerramento do Festival Cale-se o Grupo organizador e os elementos do Júri querem lembrar esta figura exemplar do moderno teatro português, exemplar pelo seu dinamismo, criatividade, humor e generosidade. Particularmente lembro o ator nos meus primeiros anos de espectador em Portugal, as suas diferentes “rabulas” cada uma, uma personagem diferente, como heterónimos pessoanianos atitude criadora, que de um modo exemplar soube transmitir a um dos seus mais fieis e dedicados colaboradores o Herman José que dele apreenderia o mimetismo e a transformação de criar em cada figura um novo ser, um novo carácter. Pelo muito que o Nicolau Breyner nos deixou, só podemos estar-lhe agradecidos, nas gargalhadas, nas lagrimas, nos sentimentos camuflados de melodramatismo e na não verdade da ilusão teatral que muitos afirmam ser sempre uma mentira: Como disse Herberto Helder (e para terminar) Ninguém ama tão publicamente como o actor./Como o secreto actor.
Em estado de graça./Em compacto estado de pureza./O actor ama em acção de estrela./Acção de mímica./O actor é um tenebroso recolhimento /de onde brota a pantomina./O actor vê aparecer a manhã sobre a cama./Vê a cobra entre as pernas./O actor vê fulminantemente como é puro./Ninguém ama o teatro essencial como o actor./Como a essência do amor do actor./O teatro geral./O actor em estado geral de graça./ (poema acto de Herberto Hélder)

 Roberto Merino M

OPUS - Ajidanha em imagens

Para um Auditório esgotado, a noite de gala começou com "OPUS" pelo grupo Ajidanha, vencedor do prémio Melhor Espectáculo do CALE-se 2014, com a peça "À deriva". Uma brilhante início de noite!















domingo, 20 de março de 2016

Nomeações e vencedores do "CALE-se" 2016

PRÉMIO CALE 
Melhor Espectáculo
Nomeados :
FRIO - Farrapo Teatro 
O BELO LÁPIS AZUL - Loucomotiva

CAIXA NEGRA - Grupo de Teatro Contra-Senso
O POSTIGO - Váatão - Teatro de Castelo Branco

O prémio vai para...
FRIO 
Farrapo Teatro






PRÉMIO CALE 
Melhor Encenação
Nomeados:
Lorena Conde - Frio 
Fernando González - Imortal

Alexandre Oliveira e Luís de Melo - O belo lápis azul
Miguel Mestre - Caixa negra

O prémio vai para...

Lorena Conde
FRIO
Farrapo Teatro





PRÉMIO CALE Melhor Interpretação Feminina
Nomeados:
Helena Santos - A herança de Faustino Miséria
Carolina Flores - A herança de Faustino Miséria
Rosa Santo Armas - 4 mulheres para uma ifigénia
Maria da Luz Lopes - O postigo 

O prémio vai para...

Maria da Luz Lopes

O postigo

Váatão





PRÉMIO CALE 

Melhor Interpretação Masculina
Nomeados

Pablo Méndez - Frio
Iago López - Imortal
Luís de Melo - O belo lápis Azul
Alexandre Oliveira - O belo lápis azul

O prémio vai para...



Luís de Melo 
O belo lápis Azul
Loucomotiva





PRÉMIO CALE 
Público


O prémio vai para...

Caixa negra
Grupo de Teatro Contra-Senso
26,3%

A herança de Faustino Miséria
TaCCO
22,8%

Ratos e Homens
Plebeus Avintenses
17,5%

O postigo
Váatão
15,8%



PRÉMIO CALE 
Melhores Cenografia
Nomeados
Lorena Conde e Patricia Salvado - Frio
Graça Pires e Mimi Santos - 4 mulheres para uma ifigénia
Miguel Mestre - Caixa negra
 Horácio Jorge - O Postigo



O prémio vai para...



Horácio Jorge 



O Postigo



Váatão





PRÉMIO CALE 
Melhores Figurinos
Nomeados


Lorena Conde e Patricia Salvado - Frio 

Nemesio Adrián e Cristina Mangana - Imortal

Teatro Contra-Senso - Caixa negra
Maria da Luz Lopes - O postigo

O prémio vai para...


Lorena Conde e Patricia Salvado 

Frio 
Farrapo Teatro





PRÉMIO CALE - Melhor Desenho de Luz
Nomeados


Javier Quintana - Frio

Fernando González - Imortal 
Paula Gaitas - O belo lápis azul
Paulo Carvalho - Caixa negra

O prémio vai para...

Fernando González

Imortal 



Marañao Teatro






PRÉMIO CALE - Melhor Sonoplastia
Nomeados


Guillermo Alzugaray - Frio 

Laura Míguez e Fernando González - Imortal
Sebastião Alves - Caixa negra
Fernando Paussão - O postigo



O prémio vai para...



Guillermo Alzugaray 


Frio 

Farrapo Teatro






terça-feira, 15 de março de 2016

OPUS - Ajidanha e Cerimónia de Encerramento do "CALE-se" 10

19 de Março

Nessa noite, estarão reunidos todos os ingredientes para um serão memorável: às 22 horas, a divertidíssima comédia "OPUS", apresentada pelo grupo Ajidanha, na qualidade de grupo vencedor do Prémio Cale para Melhor Espectáculo 2014 e, logo depois, a cerimónia de entrega dos Prémios Cale 2016, onde serão desvendados os vencedores das melhores prestações a concurso nesta 10ª edição do "CALE-se". E mais uma ou outra surpresa, que por ser surpresa não podemos revelar... Não percam!




domingo, 13 de março de 2016

O POSTIGO - Váatão Teatro de Castelo Branco em imagens no CALE-se 10

Foram mais de 300 pessoas que espreitaram "O POSTIGO" pelo Váatão Teatro de Castelo Branco. Uma dessas pessoas foi MARGARIDA CARPINTEIRO que nos honrou com a sua presença.